Reviravolta: Após 25 anos, verdadeiro assassino de Daniella Perez é revelado

Após 25 anos de tragédia, relembre o crime
Esse foi sem dúvidas um dos crimes que mais repercutiram em território nacial. A morte de Daniella Perez deixou todos chocados com o caso. Sendo um dos grandes nomes da dramaturgia, sua carreiro foi interrompada por um crime brutal. Em 1992, fazendo a novela ‘De Corpo e Alma’, a atriz foi assassinada. Hoje já tem 25 anos desde que tudo aconteceu.
A atriz participava de uma novela feita pela própria mãe, Glória Perez. Telespectadores ficaram chocados com a morte da famosa, principalmente porque ela era um dos maiores nomes do enredo.
Daniella Perez tem crime completando 25 anos; saiba o que ocorreu desde então
Na vida real, a trama superou a ficção. O acusado pelo crime foi o ator que fazia par romântico com a atriz, Guilherme de Pádua. Depois de anos, o ator confessou que cometeu o crime brutal ao lado de sua companheiro Paula Thomaz. Tudo foi frio e calculista, ele assassinou sua parceira de enredo a tesouradas. Guilherme de Pádua cumpriu pena na cadeia e hoje está casado.
Ele é hoje um famoso pastor evangélico e diz que cuida de almas. Em sua igreja evangélica, por exemplo, nomes como o do funkeiro Naldo já foram recebidos. O crime que aconteceu na década de 1990 chocou o país e deixou um viúvo, o ator Raul Gazolla, que, mais tarde, acabou ficando conhecido pelas novelas da Record.
Anos após morte, Guilherme de Pádua confessou assassinato e pede chance de recomeçar a vida
Em uma entrevista dada ao ‘’Programa do Ratinho’’, do SBT, Guilherme deu sua versão do crime.
Ele confessou que matou a atriz, mas disse que estava sendo estimulado pela então esposa a realizar isso.
Na época do crime, o personagem dele em ‘’De Corpo e Alma’’’ Bira, perderia espaço na trama. Acredita-se que isso tenha ligação com o fato dele ter matado a atriz.
A luta de Glória Perez após a morte da filha de maneira brutal
Aos 22 anos, Daniella era casada com o ator Raul Gazolla. Os dois se conheceram nos bastidores de “Kananga do Japão”, exibida em 1989 pela extinta TV Manchete, em que a atriz interpretava uma dançarina, atividade que também exercia na vida real.
Desde sua morte, a mãe da atriz luta para que crimes contra mulheres não fiquem impunes. É graças à luta de Glória que ficou institucionalizado no Brasil, por exemplo, o chamado crime hediondo. Uma grande reviravolta em torno das leis sobre os crimes no país acabou sendo desenvolvida.

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