Médicos arrancam cabeça de bebê acidentalmente durante parto

Segundo a mãe “Na hora, não sabemos se foi um médico ou uma parteira que puxou o bebê de modo que a cabeça dele fosse separada do corpo”
Moradores de Targatal, Argentina, estão horrizados com um acontecimento. O caso assustador foi divulgado na na última quinta-feira (28) e com certeza você irá concorda com tamanha indignação: Durante um parto, um bebê teve arrancada do corpo por suposta negligência e falha da equipe médica que atendia a gestante.
De acordo com os profissionais, eles tiveram muita dificuldade em tirar a criança prematura da barriga de sua mãe. Segundo Daily Mail, a cabeça de seu bebê continuou dentro de sua barriga, e foi expelida somente depois, junto com a placenta. Essa tragédia foi detalhada pela mãe de 30 anos, Reina Natalia Valazquez.
Segundo ela, residente de Buenos Aires, seu bebê seria prematuro e ela estava na 22ª semana da gestação quando teve que dar a luz nesta segunda de Natal (25). Sua bolsa estourou enquanto a mesma fazia visitas à seus parentes por conta das fetividades de Natal. A mãe foi levada ao hospital Juan Domingo Peron, e segundo os médicos, se tratando de um feto prematuro, foi afirmado que o parto deveria ser normal.
Entretanto, devido às complicações, o corpo da criança se prendeu ao cérvix da mulher. Valazquez informou que seu marido teria saído para comprar fraudas e no momento em que retornou ao hospital, um dos médicos envolvidos no parto chegou com seu filho sem a cabeça nos braços.
De acordo com o site InformateSalta, o diretor do hospital, Jose Fernandez, afirmou que a cesariana era inviável porque a gestante já havia dilatado 11cm. Ainda segundo ele, não foi preciso retirar a cabeça, que foi expelida naturalmente.
Os restos mortais foram entregues ao casal em uma caixa branca. O Ministério Público da Argentina confirmou que uma investigação foi aberta para avaliar a morte do bebê, que passará por uma autópsia. Fernandez garantiu que irá cooperar com tudo mas, como não há certeza alguma de envolvimentos dos médicos, todos continuam trabalhando.
“Na hora, não sabemos se foi um médico ou uma parteira que puxou o bebê de modo que a cabeça dele fosse separada do corpo. Eu sabia que meu bebê estava vivo porque tinha um exame antes e o coração dele estava batendo”, contou Valazquez.
A mulher ainda garante que pediu por uma cesariana, mas que foi informada que não havia quem pudesse fazê-la. Os procedimentos para o parto normal começaram e ela garante ter sentido muita dor, mesmo que os profissionais dissessem o contrário.
“Uma médica pediu que eu calasse a boca e abria minhas pernas, continuando a esticar o bebê até tirar ele de lá. Mas eu só conseguia ver a parte de baixo e não me mostravam meu filho inteiro. Só vi as pernas, e eles disseram: ‘Vamos levá-la urgentemente à cirurgia’”. Após isso, ela soube que a cabeça da criança — seu primeiro filho — ainda estava dentro dela e precisava ser retirada.

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