Juíza foi presa dirigindo bêbada e agrediu policial

Vídeo que circula no WhatsApp não mostra juíza de Duque de Caxias (RJ), mas uma dentista carioca detida em flagrante na semana passada

Boatos dessa semana é que a juíza de Duque de Caxias foi pega dirigindo empregada, algemada por um policial militar, desacatou o agente e proferiu ofensas racistas contra o motorista de um carro atingindo pelo dela.

Segundo a informação falsa, acompanhada de vídeos que mostrariam os ataques da suposta magistrada (veja imagens acima), ela foi detida e libertada após pagar fiança de 1.000 reais.

De fato as imagens mostram uma mulher embriagada e algemada dentro de um carro, quanto os policias tenta conte-la, ela grita para que ele a solte, ofende o policial de “miliciano”, agride-o com chutes e mordidas e se atira no chão pedindo por ajuda. Em outras partes do vídeo, a mulher chama outro de motorista, que filmava a cena, de “preto” e “negão filho da puta”.

A mulher que passa nas imagens, não é juíza. Conforme a Associação de Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj), “diferentemente do que vem sendo veiculado em alguns grupos da WhatsApp, não é juíza de Direito a mulher algemada por policiais militares e filmada, aparentemente embriagada, após bater seu carro em outros, em Campinho”.

Informações dadas pela policia do Rio de Janeiro, diz que o nome da motorista detida é Andrea Leite, uma dentista. , a assessoria de imprensa da Polícia Militar fluminense afirma que Andrea foi presa na manhã da última quinta-feira por policiais do 9º Batalhão da PM, acionados por um dos motoristas envolvidos em um acidente com três carros. A ocorrência aconteceu no bairro Campinho, Zona Norte carioca.

 “No momento em que os policiais militares solicitaram aos ocupantes dos veículos que desembarcassem com os seus documentos, a motorista do Honda Fit se recusou a sair e passou a ofendê-los chamando-os de ‘corruptos e milicianos’, chamando um outro motorista de ‘preto’, ‘macaco’ e ainda tentou agredir os policiais militares”, relata a PM.

Policias informaram que, em função do estado de embriaguez de Andrea, a equipe do Corpo de Bombeiros e uma ambulância foram acionadas. Ela chegou a agredir a tenente dos bombeiros que comandava quando eles prestavam o atendimento.

Segundo a Polícia Civil, a motorista não foi liberada após pagar fiança de 1.000 reais e ela segue presa e seu processo aguarda audiência de custódia, a ser marcada após o fim do recesso do Judiciário.

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