Ela dá à luz um bebê saudável, mas 7 meses depois, algo estranho acontece durante o banho. O que os médicos disseram fez seu sangue gelar.

Ao conhecer essa história é difícil não se comover, parar e pensar na vida, nas superações e em tudo o que acontece de bom.

Para a mamãe Stefania, e sua pequena Bea, as coisas estavam indo muito bem. Ela e o marido receberam com muito entusiasmo a notícia da gravidez, foram meses de muita expectativa para o casal que não via a hora de comemorar a chegada da filha.

Finalmente chegou a hora de correr para o hospital e dar a luz a sua filha Bea que nasceu conforme o planejado, aparentemente em bom estado de saúde sem maiores preocupações. Os pais e a família confraternizaram e seguiram suas vidas cuidando da bebê.

Enquanto ela crescia, nada havia chamado atenção, até que ela completou 7 meses de vida.

Um dia, no momento em que a mãe dava banho na pequena Bea, a bebê quebrou o pulso. Não foi por descuido, a mãe sempre tratou a filhinha com todo o cuidado que uma criança precisa. Stefania completamente assustada levou a filha para o atendimento médico no hospital, mas os médicos não tinham um diagnóstico exato do que poderia estar acontecendo com a menininha.

No primeiro momento, tudo o que a mãe aflita ouviu, foi que sua filha sofria de uma doença única, sem informações da doença. O corpo de Bea estava sofrendo de uma doença desconhecida que fazia as articulações se calcificar, daí os médicos passaram a chamá-la de menina de pedra. Algo difícil para os pais ficarem ouvindo, faltou sensibilidade por parte da equipe em não rotular a criança.

Para piorar, Stefania soube que estava com um tumor. Então ela além de cuidar da própria saúde, teve de encontrar forças para cuidar da filha. A família que antes estava feliz passou viver com muito esforço para manter a tranquilidade.

Pessoas de vários lugares no mundo se sensibilizaram e se empenharam em ajudar a família italiana.

Luto na família.

Apesar de toda a luta, Stefania não resistiu e faleceu deixando a filha, Bea aos cuidados da família e do pai que ainda lutam para oferecer as melhores condições de conforto e tratamento para a menina guerreira.

Bea continua precisando de muito apoio, todos os esforços estão sendo realizados com esperança de que um dia ela possa superar essa doença única.

 

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